Retail Analytics5 min de leitura

Sua loja de moda não tem um problema de tráfego. Tem um problema invisível de conversão.

Todo varejista de moda sabe quanto uma loja vendeu no mês passado. Quase nenhum consegue dizer quantas vendas potenciais entraram pela porta - e saíram sem comprar.

A diferença não é pequena. Vender mais não é o mesmo que converter melhor. Uma loja pode estar recebendo mais tráfego do que nunca e ainda assim converter uma parcela menor do que a loja vizinha - e, olhando apenas o relatório de vendas, as duas parecem idênticas.

Gerenciar o resultado, não o processo

A maioria das redes ainda avalia uma loja por um único número: quanto vendeu. Esse é o último quadro de um filme muito mais longo. Sozinho, ele não diz quantos clientes potenciais entraram, quantos foram perdidos ou em que ponto.

Uma loja que vende mais não é necessariamente uma loja que funciona melhor. Pode simplesmente estar recebendo mais tráfego enquanto converte uma fração menor dele - e, sem um número real de conversão, não há como saber qual é o caso.

O número de tráfego que a maioria das lojas tem provavelmente está errado

Se a loja já tem alguma forma de contagem de pessoas, é mais provável que seja um sensor tradicional - infravermelho, estéreo ou ToF - contando corpos como quem conta rebanho passando por um portão. Ele não tem como saber que o cliente que sai às 15h14 é o mesmo que entrou dez minutos antes, nem que a pessoa de polo repondo produto na arara é do time da loja, não um cliente.

Resultado: o tráfego infla, a conversão fica artificialmente rebaixada - e o efeito é ainda pior em lojas de shopping, onde um cliente costuma entrar e sair da mesma loja mais de uma vez na visita.

E piora a partir daí. Esses sensores falham. Criam lacunas. Consertar geralmente exige um técnico, uma escada e uma visita que atrapalha exatamente aquilo para o que a loja existe - e, quando alguém percebe a lacuna nos dados, semanas já podem ter passado.

Ninguém confia no número - e o investimento vira custo afundado

Junte os dois problemas e o padrão é conhecido. O dado existe. Ninguém acredita. Os relatórios param de ser abertos, as decisões voltam à intuição e o que foi gasto em medição deixa de gerar qualquer retorno mensurável.

É uma perda maior que o sensor. É um investimento em analytics com zero impacto operacional.

Mesmo um número confiável não diria onde a venda se perdeu

Uma contagem confiável de tráfego é o piso, não o teto. Saber que 1.000 pessoas entraram e 180 compraram é um começo. Não diz nada sobre o que aconteceu com as outras 820.

O varejo de moda tem uma das jornadas de compra mais rastreáveis de todo o varejo: alguém entra, olha, interage com o produto, prova algo e compra ou não. Quase nenhuma rede tem visibilidade real dessa sequência.

Funil de conversão em moda
Por 100 visitantes únicos
1
100%Entra na loja
2
92%Interage com o salão
3
29%Chega ao provador
4
21%Chega ao caixa
5
18%Compra
82%

dos visitantes não compra e a maioria das redes não sabe em que etapa saíram.

Forma ilustrativa baseada em lojas de moda de formato pequeno e médio. O funil real é medido, não presumido.

Tanto a interação com o salão quanto o alcance ao provador são mensuráveis hoje, com câmeras já instaladas. Nenhum dos dois é medido pelos contadores tradicionais, que enxergam a porta e nada mais.

Dois pontos de atrito definem a maior parte do que se perde

Dois pontos de atrito fazem mais dano à conversão do que todo o resto da loja somado.

Provadores

Os metros quadrados de maior alavancagem

Quem experimenta uma peça converte a taxas várias vezes maiores do que quem não experimenta. Isso torna o provador os metros quadrados de maior alavancagem da loja. Também costuma ser o menos medido: quase nenhuma rede sabe que fração dos visitantes chega ao provador nem o que acontece com quem espera demais para entrar.

Caixa

As filas mudam a decisão cedo

Uma fila visível muda a decisão do cliente antes mesmo que a espera o faça. Pesquisas sugerem que o efeito na intenção de compra pode ser similar a um aumento de preços de cerca de 5%. Em termos simples, uma fila visível pode reduzir a intenção de compra tanto quanto um aumento de preço de 5%.

Fonte: Lu et al., Management Science

Provadores e filas no caixa fazem mais dano à conversão do que todo o resto somado. Ambos são visíveis nas câmeras já instaladas.

O custo: decisões tomadas sem diagnóstico

Mudanças de layout sem saber se funcionaram. Reforço de equipe sem entender onde ou quando era realmente necessário. Decisões de sortimento sem saber se o problema alguma vez foi de produto.

Nada disso é um problema de pessoas. É um problema de visibilidade. Cada decisão é tomada sem ver em que ponto do funil a venda realmente quebra - passante, visitante, engajamento, provador, caixa. Cinco etapas, e a maioria das redes só tem dado da última.

O que muda quando a foto completa fica visível

É aqui que uma análise baseada em câmeras, só software, rodando sobre as câmeras existentes (qualquer marca e tipo) muda a equação - porque roda em infraestrutura já instalada em cada loja, sem precisar trocar câmeras nem comprar dispositivos específicos.

1

Conversão real, sobre visitantes únicos

Funcionários e reentradas excluídos, para que o número reflita clientes potenciais - não fluxo bruto de porta.

2

O funil completo, visível

Passante, visitante, engajamento, provador, caixa. Vê exatamente onde a conversão quebra, não apenas que quebrou.

3

O atrito, em dólares

Não é só "a fila estava longa", é quanto essa fila custou em vendas abandonadas, naquela loja, naquele dia.

4

Capacidade de agir em tempo real

Alertas no canal que a equipe já usa - Teams, WhatsApp, e-mail, SMS ou o CRM - antes que o ponto de atrito vire venda perdida.

Uma rede de varejo recuperou mais de US$ 1.000.000 em vendas que estavam escapando em silêncio uma vez que esse ponto cego foi fechado. Outras recuperaram cinco dígitos por loja, por mês.

Ler os casos completos →

Não é preciso mais tráfego. É preciso converter o tráfego que já se tem.

Esse é o argumento inteiro, dito da forma mais simples possível. A maioria das lojas de moda não tem falta de visitantes. Tem falta de visibilidade sobre o que acontece com os visitantes que já recebe - e cada ponto dessa jornada que fica sem medição é uma decisão tomada às cegas.

Veja onde suas lojas estão perdendo vendas antes que custe caro

A KSI Vision mostra a conversão real, o ponto exato em que os clientes saem sem comprar e quanto cada atrito custa em vendas perdidas - usando as câmeras que você já tem.

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